A NECESSIDADE DO TRANSPORTE DE MASSA

Evandro Borges Adv
A população brasileira no último censo do IBGE alcançou uma população 203.080.756 pessoas e o Rio Grande do Norte atingiu 3.300.000 pessoas. A Região Metropolitana de Natal (Grande Natal) instituída em 1997 chegou a 1.647.414 habitantes, a 19º Região Metropolitana do país e a 4ª do Nordeste, abaixo de Salvador, Recife e Fortaleza. As maiores cidades em população por ordem são: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Ceará Mirim.
A nova concepção de cidade que proporcione qualidade de vida é de se reconhecer que mudou bastante na atualidade. A convivência humana em comunidades e nos bairros se encontra na ordem do dia. Nas comunidades há as unidades habitacionais e a população cobra do setor público toda a infraestrutura urbanística necessária, desde saneamento em todas as suas dimensões, escolas, unidades de saúde, segurança, praças e áreas de lazer, dentre outros, e a iniciativa privada se instala, com mercados, pequenos shoppings, bancos e serviços, mas, as relações de satisfação humana integrada e articulada continuam e exigindo mais planejamento, ações e prioridade nas execuções orçamentárias para a dimensão da mobilidade.
A mobilidade urbana com transporte de massa consiste, sem dúvidas e de modo pacífico em uma necessidade, mesmo com as mudanças transformadores em curso. E os veículos individuais, coletivos e de massa serão outros, principalmente sua matriz energética, em face das evidências das mudanças climáticas, tanto avisada e denunciada suas consequências pelos cientistas, pesquisadores, personalidades, ambientalistas e organismos públicos e do terceiro setor…

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